Objetivo


segunda-feira, 26 de maio de 2014

GOVERNO PREFERE CARROS E COTAS

                                                                                                            Foto Google
Resultado da política do governo da Dilma. As ruas estão mais 
engarrafadas e as escolas quase abandonadas
Qualquer cidadão de bom senso sabe que é necessário fortalecer a escola pública.Os jovens devem permanecer durante o dia nas escolas estudando ou aprendendo alguma profissão que lhes garanta um futuro além de praticar esportes.
Mas, o governo atual preferiu dispensar o IPI das montadores multinacionais, deixando de receber milhões de dólares e encher as ruas já saturadas das capitais brasileiras de carros. Este dinheiro,que deu de graça às montadoras  multimilionárias, com suas sedes localizadas em países desenvolvidos deveria ter sido canalizado para a educação e, assim, teríamos um país mais civilizado e produtivo em poucos anos.Parte desse dinheirame poderia também ser aplicado no caótico sistema de saúde.
Além disso , toma uma decisão polêmica de instituir as cotas nas instituições federais de ensino superior, e obriga os institutos federais de nível médio a padronizar este sistema . São agora obrigados a reservar 50% das vagas para estudantes negros, pardos e índios . O restante das vagas será para os alunos oriundos das escolas públicas e  25% do total para os candidatos com renda familiar até um salário mínimo e meio por pessoa ou seja hoje, o equivalente a R$933,00. É de ser perguntar será que a sociedade brasileira é composta apenas desses segmentos ?
Aqui na Ufba desde 2004 que 43% das vagas são ocupadas por alunos oriundos da rede pública com maior incidência de negros e pardos. Com o aumento para 50% a Ufba teve que fazer alguns ajustes para atender a nova legislação.
Esta lei interfere na autonomia das universidades e em nota a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior - Andifes  afirma que esta legislação "fere a autonomia uma vez que estabelece um modelo único de políticas afirmativas".  Este projeto de lei , que já foi sancionado por Dilma Roussef  no dia 29 de agosto de 2013, foi elaborado sem a participação das universidades e descarta totalmente a autonomia universitária, que era uma das principais bandeiras de luta dos estudantes da minha época , quando a UNE não era uma perna política do governo.Na Bahia começou o sistema de cotas em 2003 na Universidade Estadual da Bahia - Uneb.

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